5 motivos para contratar um fotógrafo profissional

porLuis HS

5 motivos para contratar um fotógrafo profissional

Não importa o tamanho ou o tipo do evento, nem o quanto foi investido nele, ou o número de convidados. Se organizamos alguma coisa é sempre legal ter algum registro, alguma foto ou vídeo para lembrar daquele momento no futuro. Com o uso cada vez mais comum das câmeras dos celulares, os registros do dia a dia já fazem parte da nossa vida de uma forma natural. Seja apenas para guardar ou postar nas redes sociais, nunca se tirou tanta foto no mundo.

Mas e a fotografia profissional, como ficou nisto? Ainda há espaço e necessidade de contratar um fotógrafo para cobrir um evento? Sim, há muitos fotógrafos, assim como eu, ganhando a vida com a cobertura de eventos. E acredito que esta profissão ainda existirá por muito tempo. Então a questão é “quando chamar um fotógrafo ou um amigo que sabe tirar fotos”.

Esta é uma resposta complicada. Com a qualidade cada vez mais alta das câmeras dos celulares, e também com câmeras fotográficas amadoras mais acessíveis e também com muita qualidade, muita gente consegue bons resultados sem a presença de um profissional. Até porque a definição de “foto com qualidade” pode ser diferente pra mim e para você. Uma foto mal enquadrada, tremida, mal iluminada me incomoda muito, mas para outras pessoas isto pode ser lindo e até artístico. É preciso respeitar as preferências.

Em alguns tipos de eventos, como casamentos, formaturas, congressos, grandes eventos empresariais, entre outros, é indiscutível a presença de fotógrafos profissionais. A dúvida vem mesmo nos eventos “menores”, como aniversários infantis, bodas, casamento no civil ou com número reduzido de convidados, confraternizações, batizados, etc. Então ao invés de dizer quando contratar um profissional, vou citar cinco situações que podem acontecer ao optar pelo fotógrafo amador, e deixo para você a decisão:

1. Um fotógrafo profissional sempre vai a um evento para o qual foi contratado. Um amigo, um primo, um vizinho nem sempre aparece, e se aparece, pode esquecer seu equipamento, pode não trazer bateria suficiente para seu equipamento ou cartões de memória necessários para uma grande quantidade de fotos;

2. Um fotógrafo profissional não é um convidado, o foco dele, literalmente, estará em registrar o evento, e não em comer, beber ou bater papo com amigos;

3. O fotógrafo profissional não tem preferências. Ele vai fazer foto de todos os convidados de forma igual. Já um amigo ou parente próximo acaba naturalmente fotografando quem ele conhece, quem tem afinidade, e talvez alguns convidados fiquem de fora das fotos;

4. Um equipamento profissional tem diversos recursos e faz várias fotos em questão de segundos. Momentos importantes como o beijo dos noivos, o momento que a criança sopra a vela, a emoção de um funcionário recebendo um prêmio, a água do batismo caindo sobre a cabeça da criança, não voltam mais e duram pouco. Muita vezes um celular ou uma câmera fotográfica mais simples demoram muito até ajustar o foco, ajustar os níveis de cor e brilho e quando a foto acontece, o momento já passou;

5. Um fotógrafo experiente sabe onde deve ficar, sabe o momento certo de fotografar e a sequência dos acontecimentos. Ao longo do evento irá ajudar os contratantes a fazer as fotos necessárias e tradicionais, e não apenas o que está acontecendo.

Claro que existem muitos outros motivos. Estes são apenas alguns, os que eu acho mais relevante. O importante mesmo é registrar, pois o tempo passar rápido de mais e o que fica são as memórias.

Sobre o Autor

Luis HS administrator

Estou na área de marketing e comunicação há 23 anos, com experiências profissionais em designer gráfico, comunicação visual, rádio, TV, mídia impressa, criação publicitária, fotografia, gerenciamento de equipes de vendas, treinamentos, assessoria de imprensa, entre outros. Em 2002, iniciei atividade profissional no setor funerário, coordenando a área de comunicação do Sistema Prever, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Permaneci nesta empresa por nove anos, onde tive a oportunidade de desenvolver uma grande quantidade de projetos e campanhas publicitárias. Acabei me apaixonando pelo setor funerário, onde desenvolvo uma série de trabalhos e projetos, entre eles a Revista Funerária em Foco, da qual sou editor.

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